Os resultados das outras equipas têm sido pouco volumosos
Portugal marcou 3 e sofreu 1 da alemanha e 2 da dinamarca a quem ganhou
As contas que os jornais fazem da possibilidade da não classificação apesar da vitória acontece com vitórias magras
Portugal tem de marcar golos
No jogo com a dinamarca a equipa marcou golos de três jogadores diferentes e Ronaldo ficou com a baliza escancarada
Se a equipa marcar Ronaldo solta-se e é soltado pelos adversários
A força da equipa portuguesa tem de ser a equipa
Os piques de Ronaldo vão aparecer
Com a dinamarca ronaldo foi o jogador que mais correu a seguir a moutinho e mais do que pepe
O jogo está nas mãos de Paulo Bento, o treinador
domingo, 17 de junho de 2012
sexta-feira, 15 de junho de 2012
Os líderes desportivos são pobres diabos? O paternalismo do Estado
A bolha do direito do desporto leva os dirigentes públicos a voltarem-se para a inépcia e a corrupção dos dirigentes desportivos que havendo, como a realidade vai demonstrando, não justifica a causa do afastamento do desporto português da média europeia.
Os fundamentos da falha do mercado do desporto deve-se às más leis e regulamentos e à ausência de qualidade da actuação pública.
Estas são as causas do desperdício de potencial e do aproveitamento singular dos afloramentos de génio sem o devido investimento na massa de valor humano e social nacional.
Junto com a bolha do direito são servidos maus actos de decisão de produção desportiva tanto do lado privado como do lado público.
O que vejo em Espanha é um mercado do desporto competitivo servido por parceiros científicos que possuem mercados onde competem os produtores de conhecimento desportivo individuais e colectivos, escolas e empresas, federações, ligas e clubes, organismos públicos como o Conselho Superior de Desporto e o monopólio das apostas.
Numa das realizações foram convidados especialistas europeus e americanos.
Estamos a falar de um processo de trabalho que tem décadas e que se verificou em inúmeros sectores do conhecimento.
Também os congressos do direito do desporto de Espanha são conhecidos dos juristas nacionais e reza a história que a actuação dos portugueses tem usado esses congressos para desancar na realidade nacional.
Portugal tem menos persistência, ética e método. Financia abaixo do custo rata as condições de produção segundo critérios de qualidade e eficácia e é vingativo. Acontece recentemente em que se se nomeia abaixo do óptimo nacional segundo 'decisões superiores' que é coisa como antes se determinava quem servia a 'bem da nação'.
O que se passa connosco é de muito mau gosto e faz-nos mal em todos os sentidos deixando-nos na cauda da Europa e sem o proveito monetário que outros conseguem.
As federações não aceitam o namoro entre Estado e COP e reúnem-se fora da alçada do COP e da CDP procurando alternativas de política desportiva.
Não existe um quadro institucional eficiente que ajuste o querer da direcção associativa com o querer dos seus parceiros constituintes.
As federações trabalham tal como os profissionais do direito fechadas sobre si mesmas há décadas actuando o Estado na procura de soluções de visibilidade que a medalha a Jorge Mendes demonstra.
O Estado não tem ilusões sobre a qualidade do trabalho actual das federações nem a sua procura de resultados vai mais longe que a espuma espúria da onda que passa.
Não seremos todos pobres diabos tolhidos pelas nossas limitações comuns e incapacidade de dar a volta ao que fazemos há décadas da mesma forma e com resultados menores europeiamente sem lhe conseguirmos dar uma volta?
Os fundamentos da falha do mercado do desporto deve-se às más leis e regulamentos e à ausência de qualidade da actuação pública.
Estas são as causas do desperdício de potencial e do aproveitamento singular dos afloramentos de génio sem o devido investimento na massa de valor humano e social nacional.
Junto com a bolha do direito são servidos maus actos de decisão de produção desportiva tanto do lado privado como do lado público.
O que vejo em Espanha é um mercado do desporto competitivo servido por parceiros científicos que possuem mercados onde competem os produtores de conhecimento desportivo individuais e colectivos, escolas e empresas, federações, ligas e clubes, organismos públicos como o Conselho Superior de Desporto e o monopólio das apostas.
Numa das realizações foram convidados especialistas europeus e americanos.
Estamos a falar de um processo de trabalho que tem décadas e que se verificou em inúmeros sectores do conhecimento.
Também os congressos do direito do desporto de Espanha são conhecidos dos juristas nacionais e reza a história que a actuação dos portugueses tem usado esses congressos para desancar na realidade nacional.
Portugal tem menos persistência, ética e método. Financia abaixo do custo rata as condições de produção segundo critérios de qualidade e eficácia e é vingativo. Acontece recentemente em que se se nomeia abaixo do óptimo nacional segundo 'decisões superiores' que é coisa como antes se determinava quem servia a 'bem da nação'.
O que se passa connosco é de muito mau gosto e faz-nos mal em todos os sentidos deixando-nos na cauda da Europa e sem o proveito monetário que outros conseguem.
As federações não aceitam o namoro entre Estado e COP e reúnem-se fora da alçada do COP e da CDP procurando alternativas de política desportiva.
Não existe um quadro institucional eficiente que ajuste o querer da direcção associativa com o querer dos seus parceiros constituintes.
As federações trabalham tal como os profissionais do direito fechadas sobre si mesmas há décadas actuando o Estado na procura de soluções de visibilidade que a medalha a Jorge Mendes demonstra.
O Estado não tem ilusões sobre a qualidade do trabalho actual das federações nem a sua procura de resultados vai mais longe que a espuma espúria da onda que passa.
Não seremos todos pobres diabos tolhidos pelas nossas limitações comuns e incapacidade de dar a volta ao que fazemos há décadas da mesma forma e com resultados menores europeiamente sem lhe conseguirmos dar uma volta?
quinta-feira, 14 de junho de 2012
FUTEBOL E LETRAS
Biblioteca Nacional de Portugal
MOSTRA | 8
- 30 Junho |
Sala de
Referência | Entrada livre
A BNP organizou em 2004, por ocasião do campeonato
europeu de futebol que teve lugar nesse ano em Portugal, uma exposição bibliográfica intitulada "Desportos e Letras".
Oito anos depois, apresentamos uma pequena mostra,
Futebol e Letras, na qual podem ser vistas algumas das espécies
contidas no catálogo então elaborado, bem como outras publicadas nestes últimos anos - uma espécie
de actualização da bibliografia no que apenas diz respeito ao pedibola.
Continuo à espera da contribuição dos digníssimos juristas do desporto
As diatribes entre juristas do desporto são tão comuns e o mercado do direito do desporto está tão habituado ao seu modo de operação que nada lhes estranha mesmo quando se atiram uns aos outros.
A questão principal é que o direito é parte da crise do desporto e pouco lhe importa a parte da solução.
O direito vigente atira-se aos desafios do desporto de olhos fechados e com isso destrói produto desportivo nacional.
O direito do desporto português sofre de uma bolha de imensos e grandes homens do direito desportivo sem aspas que naturalmente são capazes de justificar o improvável e a sua contrária.
Quando se lhes pede que expliquem o que estão a discutir não se dão à despesa.
Obviamente há muito que tenho tentado explicar-lhes que me parece que esta posição que têm é errada mas sou dado como perigoso extremista que acusa o direito do desporto português de ser ineficiente e ineficaz e, por isso, politicamente incapaz.
Da sua economia não vive o desporto português mas vive de um direito que está só e feliz nessa condição.
Obviamente que os profissionais do direito do desporto são bons e como genericamente são bons e estão habituados a discutir técnica e cientificamente a arte do direito do desporto são capazes dos feitos mais elevados sem compreender que a sua discussão é tão útil como a dos economistas que regulam os sistemas bancários nacionais e mundiais, com os resultados que se conhecem.
Chegados aqui é útil compreender que a razão da incapacidade material do direito que destrói produto desportivo está nas instituições que são incapazes de distinguir o mau direito e equacionar um direito escorreito e potenciador do produto desportivo português.
A democracia do debate cruzado entre ciências seria uma alternativa caso Suas Excelências conseguissem baixar do seu pedestal e debater com o comum dos mortais segundo regras simples e eficazes a razão das suas opções tendo o objectivo de materialmente conseguir um melhor output desportivo.
É dramático que o oficial, que disse muito bem que eu não tinha lido os documentos, não se dê ao trabalho de cruzar os seus argumentos não apenas com José Manuel Meirim mas de uma forma aberta como eu propus esta manhã.
A situação existe há décadas: se forem as diatribes entre iguais tudo está bem, mesmo apoucando-se mutuamente e conhecendo-se por inteiro. Rodam nas secretarias, nos institutos e nas organizações desportivas e seguem as cartilhas dos 'manipanços' da profissão.
É pena que os oficiais do direito se comportem com esta soberba(?).
Há mais blogues e outros poderiam ser criados para conversar sobre o que nos tolhe e impossibilita de crescermos como fizeram outros países, outros sectores e outras profissões.
As regras como funciona a comunicação social é muito fechada preferindo algum conservadorismo e cuidando de rendas directas e indirectas numa tradição velha para o desporto.
Espero que alguém avance com novos dados sobre o TAD.
Tanto mais que o debate público poderia avançar com argumentos que beneficiariam este importante instrumento de descentralização da boa burocracia de funcionamento do desporto nacional.
Devo acrescentar as seguintes notas:
A questão principal é que o direito é parte da crise do desporto e pouco lhe importa a parte da solução.
O direito vigente atira-se aos desafios do desporto de olhos fechados e com isso destrói produto desportivo nacional.
O direito do desporto português sofre de uma bolha de imensos e grandes homens do direito desportivo sem aspas que naturalmente são capazes de justificar o improvável e a sua contrária.
Quando se lhes pede que expliquem o que estão a discutir não se dão à despesa.
Obviamente há muito que tenho tentado explicar-lhes que me parece que esta posição que têm é errada mas sou dado como perigoso extremista que acusa o direito do desporto português de ser ineficiente e ineficaz e, por isso, politicamente incapaz.
Da sua economia não vive o desporto português mas vive de um direito que está só e feliz nessa condição.
Obviamente que os profissionais do direito do desporto são bons e como genericamente são bons e estão habituados a discutir técnica e cientificamente a arte do direito do desporto são capazes dos feitos mais elevados sem compreender que a sua discussão é tão útil como a dos economistas que regulam os sistemas bancários nacionais e mundiais, com os resultados que se conhecem.
Chegados aqui é útil compreender que a razão da incapacidade material do direito que destrói produto desportivo está nas instituições que são incapazes de distinguir o mau direito e equacionar um direito escorreito e potenciador do produto desportivo português.
A democracia do debate cruzado entre ciências seria uma alternativa caso Suas Excelências conseguissem baixar do seu pedestal e debater com o comum dos mortais segundo regras simples e eficazes a razão das suas opções tendo o objectivo de materialmente conseguir um melhor output desportivo.
É dramático que o oficial, que disse muito bem que eu não tinha lido os documentos, não se dê ao trabalho de cruzar os seus argumentos não apenas com José Manuel Meirim mas de uma forma aberta como eu propus esta manhã.
A situação existe há décadas: se forem as diatribes entre iguais tudo está bem, mesmo apoucando-se mutuamente e conhecendo-se por inteiro. Rodam nas secretarias, nos institutos e nas organizações desportivas e seguem as cartilhas dos 'manipanços' da profissão.
É pena que os oficiais do direito se comportem com esta soberba(?).
Há mais blogues e outros poderiam ser criados para conversar sobre o que nos tolhe e impossibilita de crescermos como fizeram outros países, outros sectores e outras profissões.
As regras como funciona a comunicação social é muito fechada preferindo algum conservadorismo e cuidando de rendas directas e indirectas numa tradição velha para o desporto.
Espero que alguém avance com novos dados sobre o TAD.
Tanto mais que o debate público poderia avançar com argumentos que beneficiariam este importante instrumento de descentralização da boa burocracia de funcionamento do desporto nacional.
Devo acrescentar as seguintes notas:
- o jurista anónimo tem razão quando diz que eu não li
- naturalmente ele não fala dos meus dois argumentos de base
- não fala da correcção da colocação do TAD no COP
- não fala de uma instituição constituída por pessoas desportiva e socialmente reconhecidas como profundamente conhecedoras da produção desportiva e da eficiência da sua produção
- e nesse sentido da hipótese de não ter uma maioria de jurisconsultos da mais alta estirpe
De facto eu não li mas posso suportar cientificamente os pontos que refiro como fundamentais para a eficiência que todos desejamos para o TAD nacional.
Foram estes pontos considerados por algum dos grupos criados?
Murdoch quer ir à boleia da UEFA comendo os lucros do desenvolvimento desportivo
Real Madrid já recusou
Rupert Murdoch quer criar uma nova competição europeia
DN por João Ruela
O magnata da comunicação quer juntar Real Madrid, Barcelona, Chelsea, Manchester United, Bayern Munique e companhia numa só competição, mas sem ligação à UEFA.
Rupert Murdoch, dono da News Corporation e um dos homens mais influentes nos media norte americanos, quer criar uma competição que conte apenas com os maiores clubes do futebol europeu e que não tenha qualquer ligação à UEFA.
O magnata australiano já esteve reunidos com representantes de alguns dos principais clubes europeus, mas já teve pelo menos uma resposta negativa, nomeadamente do Real Madrid, segundo adianta o jornal espanhol "El Confidencial".
O clube treinado por José Mourinho, diz a publicação, não se quer envolver com Murdoch devido aos vários escândalos que envolvem a News Corporation e o empresário, que está sob investigação e é alvo de vários processos, devido a alegados subornos e corrupção, bem como a escutas ilegais a celebridades.
Na reunião, que decorreu na cidade italiana de Milão, Barcelona (representado pelo presidente Sandro Rosell), Bayern Munique (Franz Beckenbauer), Inter Milão (Massimo Moratti), Chelsea, Juventus, Milan, Manchester United e Arsenal estiveram presentes. Não há espaço para clubes portugueses, sem capacidade para competirem com o poderio financeiro dos "colossos europeus", embora com palmarés bem superior a alguns.
Murdoch promete maiores receitas financeiras aos clubes do que aquelas que auferem na UEFA, bem como uma maior percentagem dos direitos televisivos e maiores proveitos provenientes dos sítios na internet.
O debate sobre a bolha do direito do desporto português
O mercado da economia do desporto está falido há alguns anos agravando progressivamente as condições de produção de desporto em Portugal.
Esta realidade alertou-me para procurar respostas simples para as causas profundas do que acontece.
A economia é uma ciência com instrumentos bastantes para responder às questões e às perplexidades desde que eu consiga fazer boas perguntas e procure com diligência as respostas da ciência.
Não me queixo de todo desta minha decisão e creio compreender melhor porque se tem atrasado e porque se destrói tanto produto desportivo em Portugal.
O anónimo aqui acusa-me de não ter lido os documentos do TAD e eu confesso que ele tem toda a razão.
Há uma bolha do direito desportivo português que os seus profissionais tratam com desvelo e que confesso não tenho tempo para acompanhar os meandros e rodriguinhos.
Aqui se observa como os profissionais do direito se degladiam não deixando espaço para a entrada no debate de terceiros. Ver o poste e também os comentários.
Convido um anónimo qualquer, ou um profissional do direito a apresentar aqui no desporto e economia ou noutro sítio que dê conhecimento um documento simples com a explicação, para não especialistas do direito desportivo, do que se passa com o TAD.
Só os aspectos fulcrais e se possível as vantagens e inconvenientes de cada um.
A publicitação deste documento em mais do que um blogue por exemplo abriria um espaço de debate que seria útil para o nosso desporto.
Caso chegue ao blogue este documento publicarei imediatamente como poste.
O desafio está lançado.
Esta realidade alertou-me para procurar respostas simples para as causas profundas do que acontece.
A economia é uma ciência com instrumentos bastantes para responder às questões e às perplexidades desde que eu consiga fazer boas perguntas e procure com diligência as respostas da ciência.
Não me queixo de todo desta minha decisão e creio compreender melhor porque se tem atrasado e porque se destrói tanto produto desportivo em Portugal.
O anónimo aqui acusa-me de não ter lido os documentos do TAD e eu confesso que ele tem toda a razão.
Há uma bolha do direito desportivo português que os seus profissionais tratam com desvelo e que confesso não tenho tempo para acompanhar os meandros e rodriguinhos.
Aqui se observa como os profissionais do direito se degladiam não deixando espaço para a entrada no debate de terceiros. Ver o poste e também os comentários.
Convido um anónimo qualquer, ou um profissional do direito a apresentar aqui no desporto e economia ou noutro sítio que dê conhecimento um documento simples com a explicação, para não especialistas do direito desportivo, do que se passa com o TAD.
Só os aspectos fulcrais e se possível as vantagens e inconvenientes de cada um.
A publicitação deste documento em mais do que um blogue por exemplo abriria um espaço de debate que seria útil para o nosso desporto.
Caso chegue ao blogue este documento publicarei imediatamente como poste.
O desafio está lançado.
quarta-feira, 13 de junho de 2012
Os tribunais arbitrais são do desporto privado
A hipótese sugerida por José Manuel Meirim, há 15 dias no colectividade desportiva, de um erro na atribuição pelo actual governo do TAD ao COP e federações está insuficientemente fundamentado.
Segundo inúmeras fontes há vantagens na atribuição da responsabilidade de julgar litígios pelos agentes privados envolvidos, porque estes têm o melhor conhecimento sobre a realidade da ocorrência e ajuda o Estado a não gastar dinheiro público numa matéria que é do seu desconhecimento.
Demonstra-se que a produção de desporto é privada e desta matéria o Estado não sabe e é do interesse privado e público mantê-lo fora da equação.
Trata-se de uma questão de eficácia, relacionada com o melhor conhecimento e capacidade de decidir melhor, e de uma questão de eficiência conseguindo resultados com custos mais baixos, não onerando a conhecida burocracia e jurisdicionalização da realidade nacional.
Neste caso o governo anterior estava a legislar mal ao atribuir o TAD ao Ministério da Justiça, e o actual estará a actuar com correcção, caso coloque num COP com a dimensão COP+CDP, o julgamento do que ao desporto é de direito e de conhecimento possuir.
A questão principal é que cabe ao Estado assegurar a boa formalidade, eficácia e eficiência dos actos, o que aqui José Manuel Meirim teria toda a razão em chamar à responsabilidade do Governo, mas não chega lá.
Segundo inúmeras fontes há vantagens na atribuição da responsabilidade de julgar litígios pelos agentes privados envolvidos, porque estes têm o melhor conhecimento sobre a realidade da ocorrência e ajuda o Estado a não gastar dinheiro público numa matéria que é do seu desconhecimento.
Demonstra-se que a produção de desporto é privada e desta matéria o Estado não sabe e é do interesse privado e público mantê-lo fora da equação.
Trata-se de uma questão de eficácia, relacionada com o melhor conhecimento e capacidade de decidir melhor, e de uma questão de eficiência conseguindo resultados com custos mais baixos, não onerando a conhecida burocracia e jurisdicionalização da realidade nacional.
Neste caso o governo anterior estava a legislar mal ao atribuir o TAD ao Ministério da Justiça, e o actual estará a actuar com correcção, caso coloque num COP com a dimensão COP+CDP, o julgamento do que ao desporto é de direito e de conhecimento possuir.
A questão principal é que cabe ao Estado assegurar a boa formalidade, eficácia e eficiência dos actos, o que aqui José Manuel Meirim teria toda a razão em chamar à responsabilidade do Governo, mas não chega lá.
terça-feira, 12 de junho de 2012
O Ronaldo é um puto porreiro
O Ronaldo ser malcriado é um dado do problema que não deve ser imputado pessoal e definitivamente.
Teve de crescer muito depressa para se tornar no melhor do mundo e as pessoas que o acompanham são mais imputáveis do que o próprio Ronaldo.
Esta questão é possível observar-se em José Mourinho muito mais velho e que possui um comportamento de risco que choca muitos dos seus colegas de profissão. Contudo, trata-se de estilos de afirmação pessoal.
Mais importante seria a preocupação de formar bem os jovens desde os seus primeiros passos no desporto para que actos como os do Ronaldo, cuspir, agressões, etc, fossem combatidos desde pequeninos mas que ao crescer haver a certeza de chamar a atenção com medidas de grau superior.
A matéria é, sem dúvida, importante e parece que nos falta alguma coisa a melhorar ainda.
Alguém está a pensar numa ética...
Teve de crescer muito depressa para se tornar no melhor do mundo e as pessoas que o acompanham são mais imputáveis do que o próprio Ronaldo.
Esta questão é possível observar-se em José Mourinho muito mais velho e que possui um comportamento de risco que choca muitos dos seus colegas de profissão. Contudo, trata-se de estilos de afirmação pessoal.
Mais importante seria a preocupação de formar bem os jovens desde os seus primeiros passos no desporto para que actos como os do Ronaldo, cuspir, agressões, etc, fossem combatidos desde pequeninos mas que ao crescer haver a certeza de chamar a atenção com medidas de grau superior.
A matéria é, sem dúvida, importante e parece que nos falta alguma coisa a melhorar ainda.
Alguém está a pensar numa ética...
Os aquaparques não aprendem
Há dois aspectos diferentes nos aquaparques:
A ineficiência dos gestores apenas pode ser compreendida pela ineficiência das instituições que aceitam a negligência e são incapazes de estabelecer normativos e procedimentos rigorosos de acompanhamento e de aplicação de medidas de segurança prévios à ocorrência dos acidentes.
Estão neste caso os tribunais e o aparato jurisdicional que acompanha as actividades desportivas sem conseguirem aproximar-se do âmago da produção desportiva eficiente.
Obviamente haverá sempre imponderáveis mas a situação principal é se tudo está feito para evitar o acidente e se ocorrendo a sua correcção ou punição é clara e se corrige o mal causado tempestivamente.
Estas são as questões que importa tomar em mãos sob pena do próprio negócio dos aquaparques e dos 'desportos com adrenalina' serem prejudicados deitando a perder o investimento feito e afectando a criação de postos de trabalho ou a sua segurança.
É raro observar nos artigos da imprensa ou nos blogues peças que discutam o carácter instrumental do mercado no que à eficiência da produção desportiva diz respeito.
- há perda de vidas humanas com a negligência
- todo o negócio se recente da negligência com que os gestores mantêm o negócio aleatoriamente ou não
A ineficiência dos gestores apenas pode ser compreendida pela ineficiência das instituições que aceitam a negligência e são incapazes de estabelecer normativos e procedimentos rigorosos de acompanhamento e de aplicação de medidas de segurança prévios à ocorrência dos acidentes.
Estão neste caso os tribunais e o aparato jurisdicional que acompanha as actividades desportivas sem conseguirem aproximar-se do âmago da produção desportiva eficiente.
Obviamente haverá sempre imponderáveis mas a situação principal é se tudo está feito para evitar o acidente e se ocorrendo a sua correcção ou punição é clara e se corrige o mal causado tempestivamente.
Estas são as questões que importa tomar em mãos sob pena do próprio negócio dos aquaparques e dos 'desportos com adrenalina' serem prejudicados deitando a perder o investimento feito e afectando a criação de postos de trabalho ou a sua segurança.
É raro observar nos artigos da imprensa ou nos blogues peças que discutam o carácter instrumental do mercado no que à eficiência da produção desportiva diz respeito.
Fórum da Patinagem, a 16 e 17 de Junho
O Fórum chama-se: A necessidade de reestruturação territorial, administrativa, financeira e desportiva das associações regionais.
Os temas do fórum são:
Os temas do fórum são:
- Que impactos económicos e financeiros da reestruturação? por Fernando Tenreiro
- Sob a perspectiva legal, como pode ser feita a reestruturação? por Luís Paulo Relógio
- Qual o modelo de organização desportiva a adoptar? Vantagens e desvantagens por Jorge Lopes
- Encerra a sessão Diogo Guia
III Congresso Iberoamericano de Economia do Desporto em Valência
Decorreu a 7 e 8 de Junho com a presença de cerca de 40 papers e 80 participantes.
Existirão dois factos relevantes:
Há um mês houve uma conferência também de economia do desporto em Gijon com os melhores especialistas da área e de novo assisti à eficácia da organização e à alta qualidade do produto oferecido.
Voltarei a esta matéria mais tarde.
Existirão dois factos relevantes:
- O desporto espanhol produz resultados de sucesso e isso é acompanhado pelas ciências do desporto e pelas instituições.
- Os projectos começaram há uma década e os resultados actuais só podem ser vistos na perspectiva longa de um trabalho rigoroso e continuado.
Há um mês houve uma conferência também de economia do desporto em Gijon com os melhores especialistas da área e de novo assisti à eficácia da organização e à alta qualidade do produto oferecido.
Voltarei a esta matéria mais tarde.
Rui Santos ao Sol
'Há até uma certa vulgaridade na selecção'
12 de Junho, 2012
Em entrevista ao SOL, Rui Santos fala sobre o seu percurso no jornalismo, sobre o futebol português e sobre a selecção nacional. Ainda antes de o Euro ter arrancado e da derrota com a Alemanha, o comentador dizia que «as coisas teriam de correr todas muito bem» para conseguirmos um lugar no pódio.
Portugal tem hipóteses de ir longe no Euro 2012?
Há equipas mais fortes do que Portugal. Desejo muito que Portugal faça um grande campeonato, mas as coisas teriam de correr todas muito bem para conseguirmos um lugar no pódio. Temos 11/ 13 bons jogadores. A partir do momento em que formos para o 14.º, 15.º, 16.º, há uma afectação da qualidade. Acho que há até uma certa vulgaridade. Falta-nos um criativo como o Rui Costa, temos jogadores muito iguais para o meio-campo. E tenho muita pena que o Bosingwa não esteja na selecção. Acho que faltou algum jogo de política.
Faltou diplomacia?
O Ricardo Carvalho também nos faz falta. Não fez uma boa época, mas é um jogador cheio de experiência. Não temos país nem dimensão para desprezar jogadores como o Bosingwa e o Ricardo Carvalho.
Acha que estamos bem servidos com o Paulo Bento a seleccionador?
O Paulo Bento é fruto das circunstâncias e dos poderes de futebol. Não fez o suficiente para justificar a selecção nacional. Acho que a selecção deve ser o ponto de chegada e não o ponto de partida.
Havia alternativas melhores?
Há sempre alternativas. Tudo o que se passou relativamente ao ex-seleccionador nacional foi muito feio. A Federação tratou o assunto muito mal, e a certa altura teve de resolver o problema da maneira mais fácil, que foi ir buscar o treinador que estava disponível. Gostava que a federação tivesse feito todos os possíveis para levar o José Mourinho ao Euro 2012. Talvez fosse possível conseguir um acordo com o Real Madrid para o libertar para a altura do Euro.
Esse trabalho podia ser feito em part time?
Sobretudo depois dos problemas com o Bosingwa e do Ricardo Carvalho houve ali um momento em que talvez se tivesse conseguido qualquer coisa desse tipo. Mas entendo que nem sempre os timings são coincidentes. Em todo o caso discordo da prorrogação do contrato de Paulo Bento até 2014 sem se saber o que vai acontecer em 2012.
segunda-feira, 4 de junho de 2012
DIVERTIMENTOS DE 1700
João Bautista de Castro (1700-1775),
natural de Faro, e considerado um dos “eruditos da Corte de Lisboa”, foi o autor do “Mapa de Portugal”, ed. pela Off.
de Miguel Manescal da Costa, entre 1745 a 1749, constando de 5 tomos, conservados
na Biblioteca de Évora, e do qual Mapa se respinga e insere aqui alguns
divertimentos correntes vividos na época de 700.
RETRATOS POLÍTICOS
Andava D.
João II de Portugal espairecendo pelas ribeiras do Tejo, e disse a alguns
Ministros de Justiça que o acompanhavam a cavalo, que corressem.
Respondeu um,
em nome de todos:
"Nós não sabemos correr, senão atrás de ladrões".
Tornou o El-Rei gracejando:"-
Pois correi uns atrás dos outros".
(In
"O Velho Liberal do Douro", n.º 42, 1834, pág. 399).
COMBATE AO DESEMPREGO
Troika aconselha medidas de combate ao desemprego imediatas e corte com interesses
| Autor: Álvaro Cerqueira |
| Segunda-feira, 04 Junho 2012 15:37 |
| A troika
aconselha medidas imediatas de combate desemprego em Portugal, elogia o
Governo pela aplicação do programa, prevê um crescimento em 2012 maior
do que o esperado e considera que as metas para o défice público
continuam a ser possíveis. Comissão Europeia, Fundo Monetário
Internacional e Banco Central Europeu partem tranquilos, mas deixam um
reparo: Há que combater “interesses políticos e interesses instalados”. In PTjornal Esta transcrição é intencional porque chama a atenção para o combate solicitado na última linha e que se compagina com o combate aconselhado em 1932 - já decorreram 8 decénios - por Salazar, focado aqui no post de 1 do corrente, e se repete, para se constatar que o pensamento não se alterou, porque as acções e os actos também não: "Há que mudar a máquina do Estado com tal precisão, que os ministros estejam impossibilitados, pela própria natureza das leis, de fazer favores aos seus conhecidos e amigos." Basta dar uma vista de olhos pelos comportamentos políticos ultimamente focados abundantemente na Imprensa, que continua a ser o 4.º Poder, quer o Governo queira, quer não, para se ver que afinal a Troika também sabe ver o que anda escondido nos corredores económicos, políticos e financeiros. |
sábado, 2 de junho de 2012
Os impossíveis de Moniz Pereira no congresso de História do Desporto da Nova
Moniz Pereira fez uma intervenção mostrando como havia pessoas que diziam ser impossível ganhar medalhas olímpicas e também medalhas de ouro e, contudo, ele demonstrou que era possível que atletas portugueses as ganhassem e só não ganharam mais porque atletas como o finlandês Lasse Viren estavam drogados.
Noutra sala Francisco Fernandes mostrou como a Madeira conseguiu níveis de participação olímpica superiores aos nacionais, podendo concluir-se que se o grau de realização olímpica nacional fosse superior as hipóteses da Madeira ter conseguido uma medalha seriam maiores.
Juntamente com Abel Santos e João Boaventura fizemos uma intervenção que respondeu ao tema do Congresso da discussão do conceito de olimpismo.
A pergunta que fizemos e procurámos responder foi: Porque é que Portugal tem 24 medalhas olímpicas e o país da nossa dimensão mais próximo tem 90 medalhas, no caso a Suíça.
Concluímos que Portugal perdeu as medalhas e o ideal olímpico não foi hoje ou ontem mas perde-as há cem anos.
A partir desta questão e desta resposta analisámos o passado dos jogos atléticos gregos para concluir que eram tão competitivos e tinham princípios equivalentes aos actuais, caracterizámos sucintamente o desporto de há cem anos e constatando a actual estrutura de produção do desporto sugerimos um novo conceito de olimpismo.
Há várias ciências do desporto que necessitam de mostrar a sua essência sob pena de negarem a sua existência.
A história que encontramos em Moniz Pereira e no trajecto e factos da Madeira dá força àqueles que afirmam que Portugal pode ganhar mais medalhas olímpicas e competir em igualdade com a Europa.
O congresso parece ter tido poucas pessoas mas a análise histórica do desporto português é importante, assim como é relevante fazer as perguntas certas para obter respostas mobilizadoras e convocar o desporto para resultados europeus e mundiais.
Hoje a revista do Expresso faz um trabalho sobre o Euro2012 e a participação de Portugal.
É um bom projecto jornalístico que trabalha a espuma das vitórias e desventuras das selecções do futebol.
O desporto necessita de congresso mobilizadores e de chamar sobre si a atenção da comunicação social e da opinião pública.
Sem receio de fazer perguntas centrais é possível compreender os erros que temos cometido com razoável regularidade desde há cem a nos a esta parte.
Noutra sala Francisco Fernandes mostrou como a Madeira conseguiu níveis de participação olímpica superiores aos nacionais, podendo concluir-se que se o grau de realização olímpica nacional fosse superior as hipóteses da Madeira ter conseguido uma medalha seriam maiores.
Juntamente com Abel Santos e João Boaventura fizemos uma intervenção que respondeu ao tema do Congresso da discussão do conceito de olimpismo.
A pergunta que fizemos e procurámos responder foi: Porque é que Portugal tem 24 medalhas olímpicas e o país da nossa dimensão mais próximo tem 90 medalhas, no caso a Suíça.
Concluímos que Portugal perdeu as medalhas e o ideal olímpico não foi hoje ou ontem mas perde-as há cem anos.
A partir desta questão e desta resposta analisámos o passado dos jogos atléticos gregos para concluir que eram tão competitivos e tinham princípios equivalentes aos actuais, caracterizámos sucintamente o desporto de há cem anos e constatando a actual estrutura de produção do desporto sugerimos um novo conceito de olimpismo.
Há várias ciências do desporto que necessitam de mostrar a sua essência sob pena de negarem a sua existência.
A história que encontramos em Moniz Pereira e no trajecto e factos da Madeira dá força àqueles que afirmam que Portugal pode ganhar mais medalhas olímpicas e competir em igualdade com a Europa.
O congresso parece ter tido poucas pessoas mas a análise histórica do desporto português é importante, assim como é relevante fazer as perguntas certas para obter respostas mobilizadoras e convocar o desporto para resultados europeus e mundiais.
Hoje a revista do Expresso faz um trabalho sobre o Euro2012 e a participação de Portugal.
É um bom projecto jornalístico que trabalha a espuma das vitórias e desventuras das selecções do futebol.
O desporto necessita de congresso mobilizadores e de chamar sobre si a atenção da comunicação social e da opinião pública.
Sem receio de fazer perguntas centrais é possível compreender os erros que temos cometido com razoável regularidade desde há cem a nos a esta parte.
sexta-feira, 1 de junho de 2012
AVISOS DO PASSADO
No Público de hoje lê-se "A taxa de desemprego estrutural passou de 5,5% na década de 1990 para 11,5%, revelou hoje o ministro das Finanças."
O pior é que o Ministro sabe porquê e como. Como esclareceu Mia Couto, em português corrente e escorrido "a maior tragédia de um país é, em vez de produzir riqueza, produz ricos".
Quem também o sabia era um homem do Estado Novo que, em vez de enriquecer, fez de troika, e endireitou as finanças, coisa que parece difícil nos dias de hoje, apesar dos múltiplos passeios de ministros especialistas europeus até Bruxelas.
Por isso se relembra os Avisos do passado, para ver se este choque fotográfico espevita os neurónios económico-financeiros.
quinta-feira, 31 de maio de 2012
BIBLIOGRAFIA DESPORTIVA
Hoje,
31 de Maio, pelas 19h00 vai ser apresentado, por Mónica Jorge (Directora da
Federação Portuguesa de Futebol [Futebol Feminino] e Afonso de Melo [jornalista
e escritor], no Auditório 1, Torre B, da Faculdade de Ciências Sociais e
Humanas da Universidade Nova de Lisboa, o livro
Futebol
Português. Política, Género e Movimento
Coordenação
de Nina Tiesler & Nuno Domingos (ICS-UL)
Fonte: Newsletter N.º 215 - 2012-05-30, da APS
quarta-feira, 30 de maio de 2012
Texto íntegro del “Compromiso por el deporte federado y olímpico”
Coisas do Conselho Superior de Desporto e do Comité Olímpico de Espanha.
Em Portugal esta 'coisa' nunca acontecerá!
Em Portugal esta 'coisa' nunca acontecerá!
COI SELECCIONOU TRÊS CIDADES PARA OS J.O. DE 2020
O Comité Internacional Olímpico (CIO) anunciou que Istambul (Turquia), Tóquio (Japão) e Madrid (Espanha) concorreram com as respectivas cidades candidatas para a realização dos Jogos Olímpicos de 2020.
Estas cidades foram escolhidas de um lote de cinco cidades candidatas, a saber:
Istambul (Turquia)
Tóquio (Japão)
Baku (Azerbeijão)
Doha (Qatar)
Madrid (Espanha)
A quem interessar apresenta-se o Relatório do Grupo de Trabalho.
AGONIA NA EDUCAÇÂO FÍSICA E NO DESPORTO
As notícias correspondem ao estado de espírito dos governos lusos atacados de amnésia induzida ou de alzheimer, ou de racismo contra a educação física e o desporto, ou talvez ódio visceral.
Quando se diz e observa que:
"No próximo ano lectivo, os alunos vão ter menos tempo para a Educação
Física. A carga semanal no ensino secundário reduz--se de 180 para 150
minutos. É meia hora que se perde todas as semanas e cinco semanas de
aulas que são eliminadas no fim do ano. No 3.o ciclo, a redução irá
variar consoante a decisão das direcções escolares, dado que a
disciplina passou a estar agrupada com outras três – Educação Visual,
Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC) e Oferta de Escola – dando
origem a uma nova área intitulada Expressões e Tecnologia."
Intui-se e transmite-se a ideia de que as quatro disciplinas agrupadas são marginais, e irão ter o seu toque a finados, através de medidas que se irão afinando até darem o seu último suspiro.
Quando na mesma medida se propõe que as direcções escolares farão o rateio das horas daquelas disciplinas condenadas à morte, o processo permite o desaparecimento mais acelerado das mesmas, porque cada uma exigirá mais tempo de leccionação, e fica implantado o desentendimento entre os respectivos professores, os conflitos instalados, e o governo com as mãos limpas como Pilatos.
Entende-se por outro lado que, não havendo algumas instalações de educação física, ou havendo com carências, a distribuição dos horários acabarão por ser rateadas pelas restantes três disciplinas.
Implantado o inferno, o governo vai aparecer para salvar e resolver uma situação intencionalmente provocada. O sistema é assim que funciona, criar problemas e depois oferecer soluções, como esclarece Noam Chomsky.
O Conselho Nacional de Associações de Professores e Profissionais de Educação Física e a Sociedade Portuguesa de Educação Física são os únicos culpados do desemprego que vai chegar aos seus associados
Obviamente o país quando não tem princípios de política desportiva e perde legislaturas para dar colares e milhões a empresários de mega-eventos e de mega-estrelas pensa que não precisa de professores e técnicos que façam o trabalho de base.
A culpa porque é de culpa que se trata deve-se à sociedade desportiva às suas federações o descalabro em que o desporto cai acentuadamente há um ano.
A destruição do ex-IDP pelo PS através da nomeação sem restrições de pessoas não qualificadas e sem princípios seguiu-se um programa de governo do PSD à espera de facturas e de 'fait-divers' jornalísticos para se afirmar.
Os líderes e a 'inteligência' do desporto nem sequer começou a correr atrás do prejuízo.
O desporto está a cair com consequências negativas nacionais imensas e não há um interlocutor.
Recentemente chamei à atenção de um colega sobre os limites da sua área de intervenção. Sustentei que economicamente a situação tinha de ser alterada sob pena dos agentes no terreno actuarem em sentido contrário ao pretendido e o desporto ser prejudicado. Não consegui fazer valer a necessidade de actuações complementares para aprofundar conceitos e instrumentos.
Os erros possuem causas profundas de sectores fechados sob si mesmos e sem diálogo ou capacidade de compreensaão e capacidade de uso de instrumentos para transformação da sua posição e aproveitamento do respectivo potencial.
etc.
A culpa porque é de culpa que se trata deve-se à sociedade desportiva às suas federações o descalabro em que o desporto cai acentuadamente há um ano.
A destruição do ex-IDP pelo PS através da nomeação sem restrições de pessoas não qualificadas e sem princípios seguiu-se um programa de governo do PSD à espera de facturas e de 'fait-divers' jornalísticos para se afirmar.
Os líderes e a 'inteligência' do desporto nem sequer começou a correr atrás do prejuízo.
O desporto está a cair com consequências negativas nacionais imensas e não há um interlocutor.
Recentemente chamei à atenção de um colega sobre os limites da sua área de intervenção. Sustentei que economicamente a situação tinha de ser alterada sob pena dos agentes no terreno actuarem em sentido contrário ao pretendido e o desporto ser prejudicado. Não consegui fazer valer a necessidade de actuações complementares para aprofundar conceitos e instrumentos.
Os erros possuem causas profundas de sectores fechados sob si mesmos e sem diálogo ou capacidade de compreensaão e capacidade de uso de instrumentos para transformação da sua posição e aproveitamento do respectivo potencial.
etc.
Quando não se assumem princípios e se planeia o desporto e se anda ao sabor dos outros e da incompetência 'as coisas (com m) acontecem'
Secundário. Alunos com menos cinco semanas de educação física
jornal i Por Kátia Catulo, publicado em 30 Maio 2012 - 03:10 | Actualizado há 4 horas 30 minutos
Horário também é reduzido no básico. Docentes alertam para perigos num país onde os jovens são vice-campeões europeus da obesidade
No próximo ano lectivo, os alunos vão ter menos tempo para a Educação Física. A carga semanal no ensino secundário reduz--se de 180 para 150 minutos. É meia hora que se perde todas as semanas e cinco semanas de aulas que são eliminadas no fim do ano. No 3.o ciclo, a redução irá variar consoante a decisão das direcções escolares, dado que a disciplina passou a estar agrupada com outras três – Educação Visual, Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC) e Oferta de Escola – dando origem a uma nova área intitulada Expressões e Tecnologia.
A decisão do governo já levou o Conselho Nacional de Associações de Professores e Profissionais de Educação Física e a Sociedade Portuguesa de Educação Física a solicitar uma audiência urgente com o ministro Nuno Crato para esclarecer o que consideram ser um “equívoco que urge corrigir”. Na carta aberta enviada à tutela, as duas organizações alertam para o impacto que esta proposta pode vir a ter “num contexto em que o país revela a segunda maior taxa de prevalência de obesidade e sobrepeso da Europa, e uma das mais baixas taxas de prevalência de actividade física”.
Nos 7.o e 8.o anos, são cinco horas que os alunos têm de dividir com quatro disciplinas agrupadas nas Expressões e Tecnologia. Feitas as contas, perde-se uma hora por semana com a particularidade de, a partir de Setembro, a disciplina TIC sair do 9.o ano e entrar no currículo do 7.o ano.
No 9.o ano, a perda será de 50 minutos por semana. No total, as escolas vão ter 250 minutos para repartir entre duas disciplinas. A Educação Visual deverá ter no mínimo uma carga semanal de duas horas e um quarto. Os restantes 115 minutos são para as aulas de Educação Física, mas as direcções escolares têm autonomia para decidir se esse tempo pode encolher mais, no caso de privilegiarem a Educação Visual. “Esta opção é ainda mais incompreensível, tendo em conta que os 115 minutos destinados à Educação Física não têm um múltiplo comum não podendo, por isso, ser organizado em aulas de 40, 50, 60 ou 90 minutos. Isso vai colocar sérias dificuldades na elaboração dos horários”, avisa o presidente do Conselho Nacional de Associações de Professores e Profissionais de Educação Física, João Lourenço.
O conselho relembra ainda que a Educação Física é a “única disciplina” com o tempo cientificamente definido pela Organização Mundial de Saúde (60 minutos diários) para ter efeitos directos na saúde das crianças e dos jovens entre os zero e os 18 anos. O i tentou obter uma reacção da tutela, que não chegou até ao fecho da edição.
domingo, 27 de maio de 2012
A propósito da ciência
O fracasso, ou usando o termo do basquetebol o afundanço na presente década do desporto nacional tem razões relacionadas com todo o sistema desportivo.
As pessoas estão a fazer coisas e elas têm mérito mas o que falha, está errado são as más condições de trabalho cujos erros se repetem com inúmeros interlocutores e com os mesmos que se eternizam.
De quando em vez dou conta de iniciativas que parecem novas como as de Mário Figueiredo, antes outras de Fernando Gomes, ou as actuais do grupo de federações à margem do que faz o SEDJ.
O facto de actualmente apresentarem uma posição comum não é mais nem menos do que das outras vezes em que se zangavam e se reuniam apenas com o SED que gostava de ter todas na mão a bicarem as promessas e as margens das perdas do seu negócio.
Os governantes são agentes activos da destruição do mercado em primeiro lugar por incutirem comportamentos de risco social elevado e que fracassando a realização de metas desportivas e sociais validam situações económicas de falência económica individual e colectiva.
A proliferação de juristas e do seu pensamento arrasa em plenitude qualquer racionalidade distinta a começar pela desportiva.
Não há como pequenos exemplos:
Como disse, nesta fase, o indivíduo é inimputável. Ele demonstrou com dinheiro dos portugueses que era incapaz de num momento de crise como o que se vive criar o melhor rendimento para o escasso orçamento do desporto. O que acontece é que a inimputabilidade atinge níveis assombrosos no desporto português.
O facto dos dirigentes desportivos trabalharem sem ciência e com isso não marcarem presença nos três primeiros lugares das competições mundiais está a par do compadrio e corrupção de valores profissionais que no desporto se é useiro e vezeiro.
O desporto através do PSD está a perder a legislatura e o partido não vê e não quer ver porque está a olhar para o viver do desporto, que é de vida que se trata, com os mesmos olhos de outros no passado.
Corre atrás de ilusões como as facturas ou o congresso, ou a Volvo Race ou o Jorge Mendes. De essencialidade desportiva é a vacuidade.
Actualmente estão a perder-se qualidades porque nem uma final no Jamor já se sabe organizar sem vergonhas para os que gostam de futebol, nacionais e estrangeiros, que pagaram para o jogo e ficaram à porta. Futebol para quem e com quem se tem trabalhado de manhã, à tarde e à noite. Depois dos processos jurídicos do Carlos Queiroz agora temos os grupos de trabalhos jurídicos e os pareceres jurídicos do Mário Figueiredo para aprovar o inverosímil como sempre se faz.
O desporto afundou na década passada, está a afundar-se actualmente e vai levar muito tempo a recuperar do desastre destas legislaturas do PS, PSD e do CDS.
As pessoas estão a fazer coisas e elas têm mérito mas o que falha, está errado são as más condições de trabalho cujos erros se repetem com inúmeros interlocutores e com os mesmos que se eternizam.
De quando em vez dou conta de iniciativas que parecem novas como as de Mário Figueiredo, antes outras de Fernando Gomes, ou as actuais do grupo de federações à margem do que faz o SEDJ.
O facto de actualmente apresentarem uma posição comum não é mais nem menos do que das outras vezes em que se zangavam e se reuniam apenas com o SED que gostava de ter todas na mão a bicarem as promessas e as margens das perdas do seu negócio.
Os governantes são agentes activos da destruição do mercado em primeiro lugar por incutirem comportamentos de risco social elevado e que fracassando a realização de metas desportivas e sociais validam situações económicas de falência económica individual e colectiva.
A proliferação de juristas e do seu pensamento arrasa em plenitude qualquer racionalidade distinta a começar pela desportiva.
Não há como pequenos exemplos:
- Houve um arquitecto que desenhou a planta de um edifício a qual inclui as casas de banho. Na dos homens coloca os urinóis a 20 centímetros da cabeça da pessoa que se senta na retrete. O indivíduo é inimputável e é elogiado diz-se que tem um cartão de partido, é jovem e tem amigos grandes.
- O urinol afecta o funcionamento do serviços? Ora bem é possível escrever muitos erros pequenos da preciosidade feita com o dinheiro de cada um em nome da Nação. Estes erros acumulados estão a dar a funcionários do Estado condições de trabalho péssimas e afectando a sua produtividade e o seu equilíbrio emocional para cumprir com mérito os seus deveres. Quem faz por vezes pequenos erros tem a oportunidade de as emendar mas primeiro é preciso saber se o homem ou mulher, respeitemos o género, 'tem unhas para a guitarra'.
- Seria interessante saber o que dirão a ASAE (?), a Ordem dos Arquitectos, ou alguma instituições de salubridade dos espaços de trabalho. Aliás um licenciado em condições de trabalho foi excluído das listas de funcionários a entrar na nova instituição.
Como disse, nesta fase, o indivíduo é inimputável. Ele demonstrou com dinheiro dos portugueses que era incapaz de num momento de crise como o que se vive criar o melhor rendimento para o escasso orçamento do desporto. O que acontece é que a inimputabilidade atinge níveis assombrosos no desporto português.
O facto dos dirigentes desportivos trabalharem sem ciência e com isso não marcarem presença nos três primeiros lugares das competições mundiais está a par do compadrio e corrupção de valores profissionais que no desporto se é useiro e vezeiro.
O desporto através do PSD está a perder a legislatura e o partido não vê e não quer ver porque está a olhar para o viver do desporto, que é de vida que se trata, com os mesmos olhos de outros no passado.
Corre atrás de ilusões como as facturas ou o congresso, ou a Volvo Race ou o Jorge Mendes. De essencialidade desportiva é a vacuidade.
Actualmente estão a perder-se qualidades porque nem uma final no Jamor já se sabe organizar sem vergonhas para os que gostam de futebol, nacionais e estrangeiros, que pagaram para o jogo e ficaram à porta. Futebol para quem e com quem se tem trabalhado de manhã, à tarde e à noite. Depois dos processos jurídicos do Carlos Queiroz agora temos os grupos de trabalhos jurídicos e os pareceres jurídicos do Mário Figueiredo para aprovar o inverosímil como sempre se faz.
O desporto afundou na década passada, está a afundar-se actualmente e vai levar muito tempo a recuperar do desastre destas legislaturas do PS, PSD e do CDS.
sábado, 26 de maio de 2012
Na tabela periódica de Jorge Calado na revista Actual do expresso de hoje, pg 19
"Na natureza tudo é feito de mudança: o alfa é Turner e o ómega é Kandinski, o pintor-músico ("A cor é o teclado, os olhos as harmonias, a alma é o piano com as suas cordas"). Em Portugal, o impressionismo ficou-se pela 'troca de impressões'. Nunca se vai ao fundo das coisas.
Isto a propósito do projecto SPLISS e das afirmações de circunstância que se dizem desde o investigador a outras pessoas.
Dou os parabéns a Pedro Guedes de Carvalho e desejo que leve o projecto a bom porto porque é isso que o exige o desporto português.
Quando o projecto foi criado propus ao COP fazer o o projecto em Portugal o que foi negado.
Tenho uma lista infindável de negas a inúmeras organizações públicas e privadas.
Certamente que a economia não é tudo nem a ciência tem respostas quando os agentes se fecham os privados e os públicos.
Isto a propósito do projecto SPLISS e das afirmações de circunstância que se dizem desde o investigador a outras pessoas.
Dou os parabéns a Pedro Guedes de Carvalho e desejo que leve o projecto a bom porto porque é isso que o exige o desporto português.
Quando o projecto foi criado propus ao COP fazer o o projecto em Portugal o que foi negado.
Tenho uma lista infindável de negas a inúmeras organizações públicas e privadas.
Certamente que a economia não é tudo nem a ciência tem respostas quando os agentes se fecham os privados e os públicos.
Como se captura (copiando) e se destrói um projecto
A ética é um projecto desportivo com décadas de afirmação e os mais altos níveis de princípios em todo o mundo desenvolvido.
Em Portugal é uma dificuldade tradicional por parte dos governos conseguirem esboçar um projecto correcto do ponto de vista da concepção e dos princípios e na eficácia e acompanhamento firme na sua aplicação.
O actual projecto da ética nomeou embaixadores e teve cerimónias públicas até rebentar o novo conflito entre o Porto e o Benfica.
Os ditos embaixadores meteram todos a viola no saco, não era para aquilo que lhes pagavam e porque os donos da bola falam sempre mais alto e quando isso acontece não há embaixadores destes que valham.
Em vez de trabalhar com quem fez propostas sérias e concebeu instrumentos eficazes sobre ética, os partidos políticos nacionais preferem ter as pessoas do seu partido que escrevem uma coisa qualquer e o seu contrário e mais alguma e depois põe ministros, primeiros-ministros ou presidentes da república a assinar, os quais não procuram acautelar o seu bom nome e disponibilizam-se a assinar de cruz qualquer cowboiada desportiva que lhe coloquem à frente.
Quando se tem presidentes da república que não se dão ao desporto e não apresentem uma coluna vertebral de um discurso coerente para um sector como o desporto, Portugal está entregue aos bichos e deixado a estes projectos que são indecentes.
O comportamento dos governantes e dos presidentes da república prejudica o desporto o mesmo é dizer prejudica a população que os elegeu.
Porque é que esta desdita acontece ao desporto, coitadinho?
Acontece porque o benefício marginal (ou melhor dizendo o prejuízo marginal) de patrocinar maus projectos e projectos negativos não é socialmente perceptível nem pelos presidentes da república, nem pelo parlamento ou sequer pela comunicação social.
Uma excepção está no Expresso que através de Nicolau Santos noticia a trapalhada da final da Taça.
O actual projecto da ética deveria ter morrido com os comportamentos dos treinadores e jogadores e da polícia e das afirmações dos presidentes do Benfica e do Porto.
Noutro país o projecto seria revisto e levaria uma barrela mas é provável que em Portugal e no seu desporto uma coisa que não serve para nada, como para penalizar afirmações incendiárias de presidentes dos maiores clubes e o fracasso da Liga e da Federação em regularem os princípios de comportamento, continue nos sites do governo e nenhum embaixador afirme o seu propósito de se afastar da inutilidade.
Em Portugal é uma dificuldade tradicional por parte dos governos conseguirem esboçar um projecto correcto do ponto de vista da concepção e dos princípios e na eficácia e acompanhamento firme na sua aplicação.
O actual projecto da ética nomeou embaixadores e teve cerimónias públicas até rebentar o novo conflito entre o Porto e o Benfica.
Os ditos embaixadores meteram todos a viola no saco, não era para aquilo que lhes pagavam e porque os donos da bola falam sempre mais alto e quando isso acontece não há embaixadores destes que valham.
Em vez de trabalhar com quem fez propostas sérias e concebeu instrumentos eficazes sobre ética, os partidos políticos nacionais preferem ter as pessoas do seu partido que escrevem uma coisa qualquer e o seu contrário e mais alguma e depois põe ministros, primeiros-ministros ou presidentes da república a assinar, os quais não procuram acautelar o seu bom nome e disponibilizam-se a assinar de cruz qualquer cowboiada desportiva que lhe coloquem à frente.
Quando se tem presidentes da república que não se dão ao desporto e não apresentem uma coluna vertebral de um discurso coerente para um sector como o desporto, Portugal está entregue aos bichos e deixado a estes projectos que são indecentes.
O comportamento dos governantes e dos presidentes da república prejudica o desporto o mesmo é dizer prejudica a população que os elegeu.
Porque é que esta desdita acontece ao desporto, coitadinho?
Acontece porque o benefício marginal (ou melhor dizendo o prejuízo marginal) de patrocinar maus projectos e projectos negativos não é socialmente perceptível nem pelos presidentes da república, nem pelo parlamento ou sequer pela comunicação social.
Uma excepção está no Expresso que através de Nicolau Santos noticia a trapalhada da final da Taça.
O actual projecto da ética deveria ter morrido com os comportamentos dos treinadores e jogadores e da polícia e das afirmações dos presidentes do Benfica e do Porto.
Noutro país o projecto seria revisto e levaria uma barrela mas é provável que em Portugal e no seu desporto uma coisa que não serve para nada, como para penalizar afirmações incendiárias de presidentes dos maiores clubes e o fracasso da Liga e da Federação em regularem os princípios de comportamento, continue nos sites do governo e nenhum embaixador afirme o seu propósito de se afastar da inutilidade.
sexta-feira, 25 de maio de 2012
Uma solução inovadora 'alterar o quadro regulamentar e legal em vigor'
Segundo Joaquim Evangelista para '"proteger a viabilidade do futebol português", sendo para isso necessário "alterar o quadro regulamentar e legal em vigor"'.
Dá a ideia que o quadro regulamentar é ineficiente.
Se calhar até é ... Enfim, tenho a certeza que é.
Deveríamos ver em primeiro lugar o que é a viabilidade.
Este critério de eficiência é que deveria ser o elemento a trabalhar.
"Alterar o quadro regulamentar e legal em vigor" é 'chover no molhado' e todos os juristas de Portugal e todos os membros do Conselho Nacional do Desporto de todos os tempos vão concordar.
Não foi isso que se fez durante os últimos 40 anos?
De uma forma estruturada Fernando Gomes fez um estudo económico quando estava na Liga de Clubes.
Não quero avançar argumentos mas a decisão fez sentido.
O desafio agora na FPF é outro e FG perde-se, porque o seu modelo de governação estará a confundir-se com o de Gilberto Madail?!
Dá a ideia que o quadro regulamentar é ineficiente.
Se calhar até é ... Enfim, tenho a certeza que é.
Deveríamos ver em primeiro lugar o que é a viabilidade.
Este critério de eficiência é que deveria ser o elemento a trabalhar.
"Alterar o quadro regulamentar e legal em vigor" é 'chover no molhado' e todos os juristas de Portugal e todos os membros do Conselho Nacional do Desporto de todos os tempos vão concordar.
Não foi isso que se fez durante os últimos 40 anos?
De uma forma estruturada Fernando Gomes fez um estudo económico quando estava na Liga de Clubes.
Não quero avançar argumentos mas a decisão fez sentido.
O desafio agora na FPF é outro e FG perde-se, porque o seu modelo de governação estará a confundir-se com o de Gilberto Madail?!
quinta-feira, 24 de maio de 2012
O novo IPDJ
Juntar duas áreas pode ter várias fases.
Pode dizer-se que uma fase acabou agora com a junção física de Desporto e Juventude.
Isto para dar os parabéns e para chamar a atenção que há mais coisas para fazer até conseguir um organismo capaz de dar passos um à frente do outro e num contexto aceite consensualmente..
Pode dizer-se que uma fase acabou agora com a junção física de Desporto e Juventude.
Isto para dar os parabéns e para chamar a atenção que há mais coisas para fazer até conseguir um organismo capaz de dar passos um à frente do outro e num contexto aceite consensualmente..
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