(Continua)
sexta-feira, 9 de novembro de 2012
[2] CONTRIBUTOS DOS TRÊS LIBERAIS, G. CENTAZZI, COR. AMORÓS, E D. PEDRO IV PARA A GINÁSTICA NA CASA PIA
Publicado em 03.11.2012 no De Rerum Natura
Pela leitura da tese de Centazzi, dedicada, entre
outros, e com o destaque que se afigura muito significativo, a Monsieur le Colonel Amorós, Directeur du
Gymnase normal civil et militaire de Paris, autor de dois volumes do Manuel d’éducation physique, gymnastique et
morale, cujas 1.ª edições datam de 1830, o l.º tomo, com 500 pp,., e o 2.º
tomo, com 530 pp., acompanhados de um Atlas
auxiliar com 50 pranchas de desenhos, dos quais, 16 alusivos a aparelhos de
ginástica, e 34 pranchas com figuras
humanas executando os exercícios, com perto de cinco reedições pela mesma editora,
À la Librairie Encyclopédie de RORET,
Paris[11]. Estranhamente
estas referências nunca são citadas por Centazzi, quando estão totalmente
ligadas ao autor – são inseparáveis
Reprodução das capa do Vol. 1, edição de 1847, à esquerda, e do Vol. 2, edição de 1848, à direita, únicas
acessíveis. As medidas dos dois exemplares são idênticas: 11 mm x 15 mm.
Seria provável, pelas referências
a Amorós e pelos elogios circunstanciais que Centazzi lhe teceu, que alguma
empatia se teria operado pelo facto de o espanhol, de seu nome completo Don Francisco Amorós y Ondeano, marquês de
Sotelo, natural de Valência, ter passado pela mesma experiência política e
social de Centazzi. Pelo contrário, é omisso nos contactos, tanto na tese como
na autobiografia[12], notando-se algum
distanciamento, em contraste com a gratidão, ainda que modesta, além de uma
síntese da obra amorosiana desenvolvida, ínsitas na tese, e referência elogiosa
a dois casos clínicos resolvidos com a ginástica dita agora como a francesa, mas insertos em revistas médicas
que acaba por citar, suscitando dúvidas sobre a obtenção dos dados, se, pela
fonte pessoal Amorós, se pela fonte revistas médicas. Pelos dados omitidos,
a fonte documental terá sido a opção, o que se deduz por nunca referir qualquer
contacto pessoal.
Será tanto mais estranho e incompreensível
se se considerar que, ao publicar em Lisboa, em 1836, com o título Considerações gerais sobre os exercícios ginásticos, e as vantagens que
deles resultam, ensaio lido e dedicado à Sociedade das Ciências Médicas de
Lisboa pelo seu sócio G. Centazzi, Doutor em Medicina[13] (Typ. de A.S.Coelho e C.ª), poderia ter
alargado os considerandos sobre a figura e os trabalhos de Amorós nos Ginásios,
aos quais o livre acesso era permitido, ampliando assim os conhecimentos e saberes
adquiridos junto do pai da Ginástica Francesa, já que, adoptada da tese de 18
páginas, a nova versão mereceria mais do que as 32 páginas com que saiu do prelo,
e melhorada minimamente no conteúdo.
(185 mm x 230 mm)
Capa do manuscrito de Centazzi oferecido
à
Sociedade das Ciências Médicas de Lisboa
Aliada à ausência de bibliografia – poderia ter citado as três
referências muito bem organizadas e concatenadas por Amorós, cujo
desconhecimento ou desinteresse se estranha – e à simples narração histórica desde gregos e romanos, mal chegando
a Amorós, os limites em que a obra de Centazzi se desenvolve mantêm-se,
transmitindo mais a pressa em publicá-la do que dar a conhecer em concreto
todos os passos para que as opera da
ginástica fossem eficazes. Em vez de realçar os trabalhos desenvolvidos pelo
Coronel espanhol, em Paris, limitou-se a reproduzir o que a Europa sabia
minimamente:
Foi o Coronel
que tentou há alguns anos introduzir a Ginástica na Espanha, e de proclamar
altamente as vantagens que dela resultam; chegou mesmo a começar um Ginásio,
quando a guerra veio por desgraça
destruir os seus trabalhos: este acontecimento decidiu o Coronel Amorós
de se retirar para França, e ir fundar em Paris o seu estabelecimento, cujas
vantagens geralmente conhecidas hoje, deram motivo à fundação de Ginásios
secundários em quase todas as Cidades daquele Reino. O Governo Português
pareceu estranhar que no nosso país não houvesse ainda estabelecimento algum
desta ordem, e para isso pediu ao Coronel Amorós em 1834 de lhe enviar alguma
pessoa capaz para formar um Ginásio em Lisboa, o que este fez enviando-lhe Mr.
Marquer, Oficial do Exército Francês de conhecida capacidade e merecimento
A este propósito, Diem, no capítulo relativo à história do desporto em
Portugal, sem referir a fonte, dá outra versão: “Recordemos que Amorós estuvo
algún tiempo de servicio en Portugal y probablemente ejerció alguna influencia”[14]. Este facto nunca foi comprovado,
muito embora Amorós, após a abdicação de Carlos V, em 1802, a favor de Joseph,
irmão de Napoleão, “tenha sido nomeado chefe da polícia em Portugal”, como
esclarece Diem[15], o que também não
parece plausível, porque tal presença, pela figura de que se tratava, não
passaria desapercebida em Portugal. De resto importa acrescentar que a primeira
invasão francesa em Portugal acabou com a rendição de Junot – assinatura da Convenção de Sintra – em
20.08.1808, quando a nomeação de Amorós foi em Fevereiro de 1809, logo Junot
ainda não tinha conhecimento dela por antecipação, pelo que nunca poderia ter
entrado em Portugal. Considerando ainda que, nas 2.ª (1809) e 3.ª (1810-1811)
invasões, as tropas francesas saíram sempre derrotadas, nunca ocupando a
Capital, qualquer hipótese cai pela base.
O Major Viriato Rodrigues, numa conferência proferida em 09.10.1931, aborda o convite enviado por Soult a Amorós, no começo da Restauration, sem especificar, se a- 1.ª
(1814-1815), ou, a 2.ª (1815-1830), visto que ocorreram em datas diferentes. Carece
de credibilidade, se considerarmos que o Gen. Soult foi ministro da guerra de
03.12.1814 a 11.03.1815, e 1.º ministro de França, desde 11.10.1832 a 18.07.1833;
desde 12.05.1839 a 01.03.1840; desde 29.10.1840 a 19.09.1847. Dentro destas
faixas de tempo cabe o tempo em que Amorós implantou o Ginásio em Paris, onde
chegou em Dezembro de 1813, se naturalizou em 1816, e passou por inúmeras
dificuldades, perante as quais Soult nunca interveio a seu favor, sinal de que
nunca convidou Amorós. Se tivesse de facto convidado Amorós não tomaria a atitude
de ignorá-lo. A melhor confirmação reside em todos os manuscritos do criador da
ginástica que não faz uma única referência ao nome de Soult, nem a qualquer
pedido que dele tivesse partido.
No 123.º aniversário do Ginásio
Club Português, uma revista da capital, sumariando a história do GCP, volta a
referir que D. Pedro tinha trazido para Lisboa o coronel francês Amoros “com o
objectivo de dar aulas de ginástica”, o que não se concretizou, como mais
adiante se esclarecerá.
(Continua)
[11] Em 1998, a Editions
Revue «EP.S», Paris, decidiu
reimprimir os três volumes editados em 1834.
[12] Centazzi, G., op.cit.
[13] O DG n.º 138, de 13.6.1836, anunciava a publicação nos
seguintes termos: “Lisboa, 12.6.1836 – Publicação
Litteraria. Sahiu á luz = Considerações geraes sobre os Exercícios
Gymnasticos, e as vantagens que delles resultam. = Ensaio lido e dedicado a
Sociedade das Sciencias Medicas de Lisboa, pelo seu sócio G. Centazzi, Doutor
em Medicina. Vende-se na loja de livros de Martin & Irmãos, defronte do
chafariz do Loreto, n.º 6.” O Boletim do Instituto Nacional de Educação Física,
n.º 3, de 1962, reproduz este texto, a páginas 151~182.
[14] In “História
de los Deportes”, vol. II, ed. Luís de Caralt, Barcelona, 230
[15] Id.Ibid., p.
207
quarta-feira, 7 de novembro de 2012
[1] CONTRIBUTOS DOS TRÊS LIBERAIS, G. CENTAZZI, COR. AMORÓS, E D. PEDRO IV PARA A GINÁSTICA NA CASA PIA
Publicado em 02.11.2012 no DE RERUM NATURA
Todos, na entrada da vida, se ignorantes não são, e o conhecimento enxergam, começam pelo registo de nascimento, o que representa o primeiro passo da parte dos progenitores, perante a incapacidade do nascituro. Ficou assim registado que Guilherme Centazzi, já lá vão dois centenários, nasceu a 20.11.1808, em Faro.
Todos, na entrada da vida, se ignorantes não são, e o conhecimento enxergam, começam pelo registo de nascimento, o que representa o primeiro passo da parte dos progenitores, perante a incapacidade do nascituro. Ficou assim registado que Guilherme Centazzi, já lá vão dois centenários, nasceu a 20.11.1808, em Faro.
Dos registos escolares, de
Coimbra, foi possível verificar, nos três anos lectivos de 1825-1826,
1926-1927, e 1827-1828, na Relação dos estudantes matriculados na Universidade de Coimbra. – 1801-1865,
quais foram os resultados obtidos pelo estudante Guilherme Centazzi, filho de António
Centazzi , natural de Faro. Rua Larga ,
N. 101, e se indicam no seguinte
quadro:
Ficha do estudante Centazzi
matriculado na Universidade de Coimbra
Anos 1825-1828
Ano lectivo
|
Ano de
Frequência
|
N.º
inscrição e Disciplinas
|
Categoria
|
Morada
|
Rua
|
1825-1826
|
1.º ano
|
9 – Mat.
|
Voluntário
|
Faro
|
R. Larga, 101 [1]
|
.. – Fil.
|
..
|
..
|
..
|
||
1826-1827
|
61 – Mat.
|
Obrigado
|
Coimbra
|
Arco das
Cruzes
|
|
68 – Fil.
|
|||||
1827-1828
|
2.º ano
|
24 – Mat.
|
|||
17 – Fil,
|
Os preparatórios aos estudos de medicina exigiam Matemática e Filosofia, daqui a razão da frequência do
primeiro ano da primeira disciplina, ignorando-se os motivos de não se ter
inscrito em filosofia. Com efeito, Centazzi revela na sua confissão que aos dezassete parti para Coimbra[2], que condiz com a idade atingida em
1825. Como na Relação dos estudantes do
ano lectivo 1826-1827, inscrito está nas duas disciplinas, aluno Obrigado no 1.º ano - n.º 61 em Matemática, e n.º 68 em Filosofia – significa
ter perdido um ano lectivo, por falta de proveito numa e por não se ter
inscrito na outra, factos que omite nas
suas confissões, possivelmente contrariado por considerar que os pais o tinham condenado aos estudos de medicina
(…), sem saber o que faziam[3], ou por alguém o ter “honrado” com o título
de doidivanas, esquecido da idade que por norma rima com
estouvamento e imprudência.
Na relação dos estudantes de
1827-1828, consta a inscrição no 2.º ano como Voluntário, em Matemática, com o n.º 24, e em Filosofia com o n.º
17, dando como morada a rua Arco das Cruzes (hoje Beco das Cruzes), de Coimbra,
deduz-se que frequentou o primeiro ano com
aproveitamento, porque assevera que no meu segundo ano (1828) fechou-se a
Universidade em Maio por causa da guerra entre Dom Pedro e seu irmão Dom Miguel[4]. De
facto, as graves perturbações políticas e sociais provocadas com o regresso do
Infante D. Miguel, recém chegado de Viena, em 22.02.1828, levou ao
encerramento, pelo período de quase um ano, da Universidade de Coimbra, por
Carta Régia de 23 de Maio de 1828, tendo sido reaberta por Carta Régia de
27.03.1829.
Entretanto, a morte do pai, sem
deixar bens, fê-lo depender do irmão, liberal, tenente do real corpo de engenheiros, nosso único amparo, o
que o terá levado a inscrever-se no batalhão académico de Coimbra, de 1828, de
que resultou, segundo escreve, dois
ferimentos de bala; treze meses de clausura, escondido em casa[5]. Entre ficar e continuar nas guerras
liberais ou exilar-se, tomou a decisão – possivelmente em Junho de 1829, fim da
clausura – expressa no manuscrito:
(…) Parti para Paris, onde comecei os
meus trabalhos, vivendo parcamente da resumida mesada que meu extremoso irmão
me mandava, coadjuvada, durante alguns meses, pelos 45 francos que o governo
francês deu aos emigrados portugueses a título de subsídio (…) e a gratificação que me deu a escola de
medicina de Paris pelos meus serviços prestados durante a cólera na vila de
Surene (…)[6].
Se no combate à cólera, em 1832,
frequentava Centazzi o 3.º ano de Medicina, o facto de se ter abalançado a
editar um manual, edição do autor, Traité
sur la manière de placer les os avec promptitude dans leur position respective (ed.
Trinquart Libraire, Rue de l´École de Médecine, 91 / Chez l’Auteur, rue de Bussy, n.º 38 / Paris, 1833), quando ainda
frequentava o 4.º ano do curso, significava que as ajudas seriam ainda
insuficientes, mesmo incluindo as do amigo Bernardo José Fernandes,
proprietário de um bergantim e de uma escuna, meios utilizados para importar cereais
dos Açores e do Brasil, nos anos do vintismo[7];
e que nos anos 30 exerceu ainda o cargo de tesoureiro da Câmara Municipal de
Lisboa, para acudir aos pobres refugiados
com os socorros possíveis ou sopa económica[8]. Mesmo assim ainda teve os recursos
proporcionados pela rabeca e pelo canto, com que a natureza o dotara, dando
espectáculo num teatro de Paris, sem citar qual, o que reforça os altos custos
do curso exigidos na inscrição trimestral das respectivas disciplinas: 4
trimestres por ano, ou seja, 16 trimestres até final do curso.
Não foi possível obter todos os dados deste estudante da Faculté de Médecine[9]
(mesmo local da actual Université Paris
Descartes), sita na rue de l'école de médecine 12, durante os 4 anos de estudo, desde Junho
ou Julho de 1829, data provável da sua chegada e inscrição no curso, em 1 de
Outubro[10]
de 1829, ou de 1830 no caso de ter perdido o 1.º ano, como em Coimbra – Centazzi
é omisso nesta matéria – até à conclusão
do mesmo, em 9 de Agosto de 1834, data em que se licenciou como médico, e,
segundo registo seu, “aprovado nemine
discrepante”, ou seja, por
unanimidade, depois de defender a sua tese n.º 250, porque os dados dos estudantes, conservados
nos Archives Nationales-Fontainebleau-Paris-Pierrefitte-sur-Seine,
só podem ser utilizados em 2013, data em que a totalidade da transferência dos
arquivos para a nova sede ficará concluída e acessível ao público..
Sabe-se que pelo dispositivo normativo
de 02.02.1823, a Faculté de Médecine,
que tinha sido fechada, reabriu totalmente reorganizada com 36 professores
agregados para substituir os professores titulares das respectivas disciplinas
teóricas e práticas (orientadas para a clínica), sempre que necessário e
justificado, para que não houvesse qualquer interrupção nos estudos, donde Centazzi
terá colhido os benefícios da actualização dos estudos e os melhores
ensinamentos, nos dois âmbitos.
Fac-simile da
capa da tese de Centazzi, à esquerda, e anfiteatro, à
direita, onde o Médico terá assistido às aulas na Faculté de Médecine (Fonte: BIU
Santé, Paris)
Imagem da fachada da Faculté de Médecine,
em 1829, à esquerda, ano em que Centazzi terá possivelmente entrado, e à
direita, a mesma fachada melhorada , em
1834, ano em que Centazzi defendeu a tese e terminou o curso. (Fonte: BIU Santé, Paris)
(Continua)
[1] Esta Rua Larga, segundo apurei, se porventura mal, parece já não existir
em Faro. O urbanismo altera tudo. Mas este blog chama a atenção para o facto de
existir a <a
href=http://dererummundi.blogspot.pt/2012/08/a-rua-larga-revista-da-reitoria-da.html>revista
Rua Larga</a> da Reitoria da Universidade de Coimbra, desconhece-se, se
por mera casualidade, se alguma ligação simbólica com a primeira morada
indicada por Guilherme Centazzi quando se inscreveu na referida Universidade.
Fique, ao menos, o coincidente e simpático registo
[2] In Prefácio
do I vol. do romance <a href=http://www.guilhermecentazzi.com/?ln=pt&mm=16&sm=72&ssm=76>A
alma do justo</a>, ed Typographia de F. X. de Souza & Filho,
Lisboa, 1861
[3] G. Centazzi, Op.cit.
[5] Id.ib.
[6] Id.ib. Há
aqui, ou um lapso de memória, ou uma gralha tipográfica. Centazzi está a
referir-se à Cidade de Suresnes, na margem esquerda, Altos do rio Sena,
atingida pela 2.ª pandemia de cólera (1826-1841), mais precisamente em Março de
1832, quando frequentava o 3.º ano de Medicina. De 19 de fevereiro a 1 de Outubro de 1832, esta epidemia matou mais de 18.500 parisienses. Lisboa também
foi atingida pela segunda pandemia de cólera em 1833.
[7] Vide “Ordens das Cortes”, de 12.02.1822”, in Diário das Cortes Gerais, Extraordinárias
e Constituintes da Nação Portuguesa, 2.º ano da Legislatura, Imprensa
Nacional, Lisboa, 1822, p. 166
[8] In Crónica Constitucional de Lisboa, n.º
44, de 14.09.1833, p. 834
[9] Até 1808 tinha « le nom bizarre d’École de Santé », segundo o Dictionnaire encyclopédique des sciences médicales Dechambre, Ed. G. Masson, Paris, 1876, Tomo 5, p.645. Mas hoje em dia as Faculdades de Desporto adoptaram a bizarra disciplina da Saúde.
[10] Imposto pelo décret du 17 mars 1808.
IAKS RUSSO NO COMITÉ OLÍMPICO RUSSO
Um bom casamento: aconselhável, necessário e útil
Secção russa do IAKS cooptada como membro do Comité Olímpico da Rússia
---
IAKS Section Russia now member of the National Olympic Committee
On the 2nd of October in the course of its ordinary assembly the Russian Olympic Committee admitted the RASF (Russian Association for Sports and Leisure Facilities – IAKS Section Russia – to be new member of the Russian Olympic Committee.
“This step offers huge opportunities for the partners of the RASF to cooperate with federations, associations and unions for winter and summer sports”, says happily RASF 1st Vice President and IAKS Executive Board Member Mr Leonid Zhestyannikov.
“This step offers huge opportunities for the partners of the RASF to cooperate with federations, associations and unions for winter and summer sports”, says happily RASF 1st Vice President and IAKS Executive Board Member Mr Leonid Zhestyannikov.
Para saber mais sobre a RASP basta clicar em www.rasf.ru
terça-feira, 6 de novembro de 2012
A remuneração do presidente do COP
Gustavo Pires hoje levanta um tema para os candidatos à liderança do COP.
Que tipo de remuneração deve ter o líder e a equipa de direcção do COP?
Quando o desporto prefere remunerar a finalidade lucrativa das actividades desportivas isso torna-se fulcral para o desenvolvimento.
Economicamente os países mais desenvolvidos possuem uma estrutura benévola que se tem perdido em ritmo galopante.
José Manuel Constantino fez publicar na Confederação do Desporto quando lá foi presidente uma publicação sobre o voluntariado no desporto.
Maria Emília Azinhais presidente do Panathlon também apresentou ao Congresso do Desporto um texto sobre a Ética no desporto.
Estes exemplos perdem-se no tempo e copiar projectos ao mesmo tempo que não se assume o voluntariado e a ética na acepção europeia nos actos de política desportiva manifestamente um erro que o desporto português necessita de corrigir.
Como discutir estas questões no desporto português é uma urgência que o artigo de Gustavo Pires no Primeiro de Janeiro de 6 de Novembro chama a atenção.
Que tipo de remuneração deve ter o líder e a equipa de direcção do COP?
Quando o desporto prefere remunerar a finalidade lucrativa das actividades desportivas isso torna-se fulcral para o desenvolvimento.
Economicamente os países mais desenvolvidos possuem uma estrutura benévola que se tem perdido em ritmo galopante.
José Manuel Constantino fez publicar na Confederação do Desporto quando lá foi presidente uma publicação sobre o voluntariado no desporto.
Maria Emília Azinhais presidente do Panathlon também apresentou ao Congresso do Desporto um texto sobre a Ética no desporto.
Estes exemplos perdem-se no tempo e copiar projectos ao mesmo tempo que não se assume o voluntariado e a ética na acepção europeia nos actos de política desportiva manifestamente um erro que o desporto português necessita de corrigir.
Como discutir estas questões no desporto português é uma urgência que o artigo de Gustavo Pires no Primeiro de Janeiro de 6 de Novembro chama a atenção.
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